Boas-Vindas
Amigos,
Esta é uma net-expressão da QUINTA DA BORRACHA, vocacionada para os que têm a felicidade de a conhecer, e não só..., que permite partilhar e divulgar as suas actividades e belezas naturais, comentar assuntos e publicar intervenções.
Um local livre, que não faz bem nem mal, antes pelo contrário, mas que pode dar muito ... tanto quanto todos quisermos dar.
Todas as fotos de natureza foram obtidas na própria Quinta
Convido-vos à leitura ansiolítica e ao comentário...
Esta é uma net-expressão da QUINTA DA BORRACHA, vocacionada para os que têm a felicidade de a conhecer, e não só..., que permite partilhar e divulgar as suas actividades e belezas naturais, comentar assuntos e publicar intervenções.
Um local livre, que não faz bem nem mal, antes pelo contrário, mas que pode dar muito ... tanto quanto todos quisermos dar.
Todas as fotos de natureza foram obtidas na própria Quinta
Convido-vos à leitura ansiolítica e ao comentário...
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
A carroça
A degradação e os perigos já eram muitos pelo que, com a força da manhã desmanchámos a carroça do jardim, ficando para decoração as rodas com o eixo, nas quais vamos tratar a madeira, pintar o metal e colocar depois em local a designar.





Um novo vaso no pátio
Partida
No passado dia 7 houve um Amigo que partiu, de repente, para uma viagem sem retorno.
Apanhou-nos a todos desprevenidos, com aquele sentimento de impotência, de injustiça...
Vem-nos a lembrança de muitos dos bons momentos que passámos juntos e cada dia que passa recordamos mais episódios guardados na gaveta da memória.
Relembro, com saudade, uma tarde passada numa Cigar House de um hotel em Berlim, onde um bom charuto cubano e um vinho tinto espanhol nos fizeram esquecer o tempo...
Ou a alegria de receber pelo correio (antes das tecnologias da net) "O Mexerico", um jornal caseiro que ele editou sozinho, onde publicava artigos, notícias, histórias e até comentários (do 'público' ou dos seus próprios 'elementos da redacção' que igualmente identificava).
Ou ainda a viagem à República Checa (Checha, como ele dizia) ... os dráculas e o 'mata-corças'.
A forte personalidade e cultura garantiam sempre aos amigos longos serões quentes e interessantes.
Para este artigo, não incluo, como é habitual, qualquer foto. Fui ao seu blogue buscar um artigo, que vos deixo, como homenagem ao Homem e à gratidão da sua amizade:
Domingo, 24 de Junho de 2007
Coluna dos Primeiros Ministros
Em primeiro lugar agradeço ao “Mexerico” este espaço dedicado aos Primeiros Ministros. Até um Primeiro Ministro tem necessidade de desabafar.
Ser primeiro ministro é duro, mesmo muito duro. Estou mais que arrependido de ter enveredado por este caminho. Hoje seria muito mais feliz se me tivesse tornado artista. Não artista de cinema. Também é chato. Pintor é o que eu devia ter sido. Pintar, pintar é de facto a minha vocação! De vez em quando atirar com umas tintas para a tela, misturar tudo e já está! Depois era só assinar e ter um amigo com uma galeria de arte que não se cansasse de apregoar a profundidade das minhas obras. Em menos tempo que o diabo esfrega um olho estava rico e não tinha de me chatear.
Ser primeiro ministro é só chatices. Outro dia, por exemplo, fui à televisão para ser entrevistado por um casal de jornalistas. Mais que chatos! Fazem uma pergunta e eu mal digo três palavras já estão a interromper com dicas parvas. Deviam era ter conhecido o meu pai. Levavam logo umas bofardas acompanhadas com um “menino / menina”, não se interrompe os adultos quando estes falam”.
Como primeiro ministro, “noblege oblige”, tenho de sorrir, um sorriso muito amarelo, e mostrar-me descontraído. Cá por dentro a ferver, só há uma coisa que ajuda: meter a mão no bolso e apertar as bolas até que a dor faça esquecer o resto. Jornalistas são como os mabecos: mal cheiram sangue atacam em matilha e nunca mais largam a presa.Também me chateia ter de explicar a mesma coisa cinco vezes. E eles voltam sempre à carga. Não lhes interessa a explicação mas sim a “mexericada” em torno desta. Eu explico que há 3 estudos internacionais que apontam a Ota como o sítio ideal para construir o novo aeroporto. Interrompe logo o sabe tudo do jornalista: “mas dizem que os ventos na Ota não são bons para as aterragens e decolagens...” –“Olhe você não é técnico do ar e eu também não”, respondo um tanto irritado. O mabeco não desiste!-“Mas há um estudo, dizem, que aponta a margem sul como sítio ideal”?-“Não conheço”!-“Mas...”-“Não conheço”! Dizem, falam, contam, diz-se por aí ... só mexericadas. Ora bolas! Parlapapa! Se decido o aeroporto é na Ota tenho 50% dos lusitanos contra mim. Se decido o aeroporto é na margem sul, então tenho os outros 50 % contra mim.
Assim, sabem o que fiz ? Atirei uma moeda ao ar e já está: o aeroporto vai ser na Ota.
Percebem agora? Artista é que eu devia ter sido. Ou jornalista.
O vosso querido Primeiro-Ministro.
José Pessoa d’Aventura
Até sempre!
PZ 1944-2008
Apanhou-nos a todos desprevenidos, com aquele sentimento de impotência, de injustiça...
Vem-nos a lembrança de muitos dos bons momentos que passámos juntos e cada dia que passa recordamos mais episódios guardados na gaveta da memória.
Relembro, com saudade, uma tarde passada numa Cigar House de um hotel em Berlim, onde um bom charuto cubano e um vinho tinto espanhol nos fizeram esquecer o tempo...
Ou a alegria de receber pelo correio (antes das tecnologias da net) "O Mexerico", um jornal caseiro que ele editou sozinho, onde publicava artigos, notícias, histórias e até comentários (do 'público' ou dos seus próprios 'elementos da redacção' que igualmente identificava).
Ou ainda a viagem à República Checa (Checha, como ele dizia) ... os dráculas e o 'mata-corças'.
A forte personalidade e cultura garantiam sempre aos amigos longos serões quentes e interessantes.
Para este artigo, não incluo, como é habitual, qualquer foto. Fui ao seu blogue buscar um artigo, que vos deixo, como homenagem ao Homem e à gratidão da sua amizade:
Domingo, 24 de Junho de 2007
Coluna dos Primeiros Ministros
Em primeiro lugar agradeço ao “Mexerico” este espaço dedicado aos Primeiros Ministros. Até um Primeiro Ministro tem necessidade de desabafar.
Ser primeiro ministro é duro, mesmo muito duro. Estou mais que arrependido de ter enveredado por este caminho. Hoje seria muito mais feliz se me tivesse tornado artista. Não artista de cinema. Também é chato. Pintor é o que eu devia ter sido. Pintar, pintar é de facto a minha vocação! De vez em quando atirar com umas tintas para a tela, misturar tudo e já está! Depois era só assinar e ter um amigo com uma galeria de arte que não se cansasse de apregoar a profundidade das minhas obras. Em menos tempo que o diabo esfrega um olho estava rico e não tinha de me chatear.
Ser primeiro ministro é só chatices. Outro dia, por exemplo, fui à televisão para ser entrevistado por um casal de jornalistas. Mais que chatos! Fazem uma pergunta e eu mal digo três palavras já estão a interromper com dicas parvas. Deviam era ter conhecido o meu pai. Levavam logo umas bofardas acompanhadas com um “menino / menina”, não se interrompe os adultos quando estes falam”.
Como primeiro ministro, “noblege oblige”, tenho de sorrir, um sorriso muito amarelo, e mostrar-me descontraído. Cá por dentro a ferver, só há uma coisa que ajuda: meter a mão no bolso e apertar as bolas até que a dor faça esquecer o resto. Jornalistas são como os mabecos: mal cheiram sangue atacam em matilha e nunca mais largam a presa.Também me chateia ter de explicar a mesma coisa cinco vezes. E eles voltam sempre à carga. Não lhes interessa a explicação mas sim a “mexericada” em torno desta. Eu explico que há 3 estudos internacionais que apontam a Ota como o sítio ideal para construir o novo aeroporto. Interrompe logo o sabe tudo do jornalista: “mas dizem que os ventos na Ota não são bons para as aterragens e decolagens...” –“Olhe você não é técnico do ar e eu também não”, respondo um tanto irritado. O mabeco não desiste!-“Mas há um estudo, dizem, que aponta a margem sul como sítio ideal”?-“Não conheço”!-“Mas...”-“Não conheço”! Dizem, falam, contam, diz-se por aí ... só mexericadas. Ora bolas! Parlapapa! Se decido o aeroporto é na Ota tenho 50% dos lusitanos contra mim. Se decido o aeroporto é na margem sul, então tenho os outros 50 % contra mim.
Assim, sabem o que fiz ? Atirei uma moeda ao ar e já está: o aeroporto vai ser na Ota.
Percebem agora? Artista é que eu devia ter sido. Ou jornalista.
O vosso querido Primeiro-Ministro.
José Pessoa d’Aventura
Até sempre!
PZ 1944-2008
domingo, 6 de julho de 2008
Ou então o que é?
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Cá estou eu de novo !":
É preguiça? É esquecimento? Ou, então, o que é?
Afinal, meus amigos, o que é que se passa?
Que é feito de todos vós/nós?
Onde pára aquele hábito de partilhar as experiências vividas no dia a dia, de dar a conhecer a nossa veia criativa, de demonstrar o nosso, sempre bem patente, sentido de humor e, sobretudo, aquele espírito de grupo, do qual temos vaidade?
Eu não quero acreditar, nem sequer pensar, que seja a perguiça ou, muito menos, o esquecimento, os responsáveis por esta, já longa, ausência de comunicação!
Por isso, agora que as férias estão à porta e os exames quase a terminar, vamos lá animar de novo o nosso blog, para afastar-mos o stress da vida difícil, para onde nos estão a empurrar e para reacender-mos a esperança de, um dia, chegar-mos ao sonho!
Para dar o mote, tomo a liberdade de transcrever o poema "Amigos", do poeta brasileiro, Vinicius de Moraes:
"AMIGOS
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morresem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
Alguns deles não os procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão ouvindo esta crónica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm a noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque esta minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos,
reconhece-os."
Boas Notas, Boas Férias e Bons Petiscos!
Publicada por Anónimo em Placebo a 4 de Julho de 2008 17:22
É preguiça? É esquecimento? Ou, então, o que é?
Afinal, meus amigos, o que é que se passa?
Que é feito de todos vós/nós?
Onde pára aquele hábito de partilhar as experiências vividas no dia a dia, de dar a conhecer a nossa veia criativa, de demonstrar o nosso, sempre bem patente, sentido de humor e, sobretudo, aquele espírito de grupo, do qual temos vaidade?
Eu não quero acreditar, nem sequer pensar, que seja a perguiça ou, muito menos, o esquecimento, os responsáveis por esta, já longa, ausência de comunicação!
Por isso, agora que as férias estão à porta e os exames quase a terminar, vamos lá animar de novo o nosso blog, para afastar-mos o stress da vida difícil, para onde nos estão a empurrar e para reacender-mos a esperança de, um dia, chegar-mos ao sonho!
Para dar o mote, tomo a liberdade de transcrever o poema "Amigos", do poeta brasileiro, Vinicius de Moraes:
"AMIGOS
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morresem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
Alguns deles não os procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão ouvindo esta crónica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm a noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque esta minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos,
reconhece-os."
Boas Notas, Boas Férias e Bons Petiscos!
Publicada por Anónimo em Placebo a 4 de Julho de 2008 17:22
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Cá estou eu de novo !
Meus amigos,
Esta longa ausência deveu-se a várias circunstâncias, sendo a principal o facto de já não ter espaço disponível na web da google para poder colocar fotos.
E eu gosto de colocar fotos ... fotos da natureza na quinta.
Bom, só me dão 1 Gb de espaço gratuito, o que é muito pouco, pelo que tive de sacrificar alguns albuns em prol de ganhar espaço para continuarmos com os nossos artigos.
Hoje reabre-se assim o círculo, com a publicação de artigos e comentários anteriores e com a promessa de novas notícias e fotos.
Deixo-vos com 3 belas fotos. Inté !!!
Então como é?
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Os Pais e os Filhos":
Então como é?
O tempo parou aí pela quinta?
Desde o jogo que não há noticias, porquê? Afinal ainda não recuperaram?
Queremos noticias, novidades e paisagens, nem que sejam aquelas que nos fazem ficar "com água na boca".
Publicada por Anónimo em Placebo a 6 de Junho de 2008 12:13
Então como é?
O tempo parou aí pela quinta?
Desde o jogo que não há noticias, porquê? Afinal ainda não recuperaram?
Queremos noticias, novidades e paisagens, nem que sejam aquelas que nos fazem ficar "com água na boca".
Publicada por Anónimo em Placebo a 6 de Junho de 2008 12:13
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Parabéns aos filhos e também aos pais!
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Os Pais e os Filhos":
Parabéns aos filhos e também aos pais!
Aos filhos, porque conseguiram usufruir da alegria que apenas é proporcionada àqueles que alcançam os objectivos a que se propôem.
Aos pais, porque têm sabido incutir nos filhos os valores necessários para que as sucessivas metas vão sendo alcançadas.
Nota: Agora, quanto ao facto de os "cotas" terem ganho o jogo aos "putos", que não se iludam os "velhotes!"
Não existem elixires milagrosos! O que se passou, estou em crer, não foi mais do que uma demonstração de respeito da juventude, à veterania, ou então, e isso seria muito grave, houve aí pelo meio uns "apitos coloridos"
Um abraço ao Martim e parabéns ao CERTV
Publicada por Anónimo em Placebo a 29 de Maio de 2008 0:53
Parabéns aos filhos e também aos pais!
Aos filhos, porque conseguiram usufruir da alegria que apenas é proporcionada àqueles que alcançam os objectivos a que se propôem.
Aos pais, porque têm sabido incutir nos filhos os valores necessários para que as sucessivas metas vão sendo alcançadas.
Nota: Agora, quanto ao facto de os "cotas" terem ganho o jogo aos "putos", que não se iludam os "velhotes!"
Não existem elixires milagrosos! O que se passou, estou em crer, não foi mais do que uma demonstração de respeito da juventude, à veterania, ou então, e isso seria muito grave, houve aí pelo meio uns "apitos coloridos"
Um abraço ao Martim e parabéns ao CERTV
Publicada por Anónimo em Placebo a 29 de Maio de 2008 0:53
quarta-feira, 28 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Os Pais e os Filhos
Em final de época, a equipa de juvenis do CERTV, vice-campeã da série e ainda a comemorar a subida de divisão, decidiu fazer um jogo contra os pais e a equipa técnica.
Bom, digamos que o que queriam era dar uma tareia e um bailarico de bola... aos 'velhos' e mostrar aos 'cotas' que dentro de campo não é tão fácil, como cá fora a mandar 'bocas'.
Diga-se que o jogo teve várias contrariedades para os pais, uma lesão ainda antes de o jogo começar e outra aos vinte minutos, que desfalcou desde logo a equipa.
Em contrapartida o guarda-redes dos pais 'brilhava' na baliza e os outros faziam o que podiam.
Os avançados ameaçavam o impossível...
Às tantas os jovens já perguntavam se podiam jogar na equipa dos 'cotas', o que alguns fizeram.
O jogo acabou com a evidente e merecida vitória dos pais por 4-2, (leram bem, ...dos pais) os rapazes ficaram desolados e engoliram em seco algumas promessas ditas e outras só pensadas.
Ainda assim quiseram entrar na fotografia de grupo.
Nota: para combater o cansaço em campo, os 'cotas' usufruiram de uma bebida revigorante especialmente preparada (no bar e com alguns graus) pela massagista oficial ao encontro.
Valeu, para além do evento desportivo, a confraternização global ao que se seguiu um jantar colectivo (para conformar os jovens).
Esteve presente o vice-presidente do Clube que deu algumas informações importantes nomeadamente a confirmação e as datas previstas para o arranque do relvado sintético e ainda alterações importantes a nível das equipas técnicas para a próxima época.
Saúda-se a decisão da Direcção de promover o treinador Romão para a equipa de juniores, já que dessa forma vai acompanhar o grande conjunto de atletas que sobe este ano a junior.
Para o ano é a doer ... juniores e na divisão de honra.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Novo livro no mercado.
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Andebol - Um novo livro no mercado":
Parabens ao Miguel Ribeiro, uma vida a pensar no Andebol.A praticar, a ensinar e a escrever sobre o Andebol.
Publicada por Anónimo em Placebo a 21 de Maio de 2008 10:35
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Andebol - Um novo livro no mercado
Saúda-se o lançamento de mais um livro sobre Andebol, da autoria de Miguel Ribeiro e Anna Volossovitch.
O interesse pela formação, pela ciência do desporto ou pela psicologia do atleta, recomenda a sua leitura.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Pois é, pessoal...
Tx ^^ deixou um novo comentário na sua mensagem "E foi a festa !!!":
Pois é, pessoal,
sempre a correr e a marcar!
Isso é que é!
De verde e amarelo com os cabelos no ar,
Foram, para mim campeoes, desde o jogo inicial.
Muitos parabens. Festejei á minha maneira, longe mas a pensar na quinta..
Mano, desde que entraste para aí só fizeste bem. Continua assim que o sonho não se perde por ser alto, mas por se tentar alcançá-lo por mais alto que seja.E tu já és altinho não terás dificuldade né??
Parabens mais uma vez!!!
Publicada por Tx ^^ em Placebo a 13 de Maio de 2008 21:52
sempre a correr e a marcar!
Isso é que é!
De verde e amarelo com os cabelos no ar,
Foram, para mim campeoes, desde o jogo inicial.
Muitos parabens. Festejei á minha maneira, longe mas a pensar na quinta..
Mano, desde que entraste para aí só fizeste bem. Continua assim que o sonho não se perde por ser alto, mas por se tentar alcançá-lo por mais alto que seja.E tu já és altinho não terás dificuldade né??
Parabens mais uma vez!!!
Publicada por Tx ^^ em Placebo a 13 de Maio de 2008 21:52
E que festa
Bruno Romão deixou um novo comentário na sua mensagem "E foi a festa !!!":
E que festa, correu maravilhosamente bem, a quinta é muito bonita e claro conta com a simpatia da Família Arinto. Mais uma vez muito obrigado pelos excelentes momentos que disfrutamos nessa tarde.
1 Abraço
Romão
Publicada por Bruno Romão em Placebo a 13 de Maio de 2008 13:36
E que festa, correu maravilhosamente bem, a quinta é muito bonita e claro conta com a simpatia da Família Arinto. Mais uma vez muito obrigado pelos excelentes momentos que disfrutamos nessa tarde.
1 Abraço
Romão
Publicada por Bruno Romão em Placebo a 13 de Maio de 2008 13:36
Benvindo ao blog como participante.
Aproveito a oportunidade e o final da época desportiva para publicamente salientar factos que têm que ser mérito da equipa técnica e do treinador Romão, como 1º responsável, e que merecem o devido relevo.
Claro que quando há sucesso e se ganham jogos tudo é mais fácil... mas para isso não basta ter os ingredientes, há muito trabalho na sombra que teve de ser feito.
Claro que existem bons jogadores, mas pô-los a jogar com disciplina técnica, criatividade, mente aberta e com resultados positivos, nem sempre acontece (vejam-se os exemplos dos grandes de Lisboa)
Claro que nestas idades existe um poço sem fundo de vontade e de evolução, mas também existe muita distracção, irreverência, personalidades diversas, sonhos incontroláveis, dificuldades, sociais, familiares, financeiras e escolares que é preciso saber compreender e domar naturalmente e de forma diferente em cada um, de forma a permitir criar e motivar um fim comum e um grupo onde todos sentem que têm uma parte.
Não sei se o 2º lugar e a subida de divisão eram objectivos traçados.
Confesso que não conheço o palmarés do Clube, mas vejo as fracas condições que tem, em comparação com os Clubes adversários.
Uma coisa eu sei é que apostou, formou e integrou pelo menos um jogador que nunca tinha pisado um campo, nem calçado umas meras botas de futebol, ao ponto de poder dar o seu contributo à Equipa.
Vi também a alegria e a motivação dos atletas a irem para os treinos...
Por tudo isto, em nome de um cidadão e antigo atleta quero dizer, obrigado e vá em frente!
Broitas
domingo, 11 de maio de 2008
E foi a festa !!!
E com mais uma vitória no último jogo, por 3-1 ao Pero Pinheiro em casa, os juvenis do CERTV garantiram o 2º lugar e em principio a subida de divisão.
Foi o culminar de um trabalho árduo, que só quem por cá passou é que pode dar o devido valor, o conseguir manter uma Equipa, de vinte e muitos jogadores, unida durante toda uma época, com um bom nível médio de exibição e vários resultados muitas vezes a roçar a 'tareia'.
O ataque de 119 golos contra 22 sofridos mostra a excelência dessa eficácia.
Bom, e no final, foi a festa ... dentro e fora de campo, prolongada com almoço e muita animação na Quinta da Borracha.
Parabéns aos atletas, à equipa técnica, aos dirigentes e ao Clube e também aos pais e aos próprios adversários.
Seguem-se as fotos:










Foi o culminar de um trabalho árduo, que só quem por cá passou é que pode dar o devido valor, o conseguir manter uma Equipa, de vinte e muitos jogadores, unida durante toda uma época, com um bom nível médio de exibição e vários resultados muitas vezes a roçar a 'tareia'.
O ataque de 119 golos contra 22 sofridos mostra a excelência dessa eficácia.
Bom, e no final, foi a festa ... dentro e fora de campo, prolongada com almoço e muita animação na Quinta da Borracha.
Parabéns aos atletas, à equipa técnica, aos dirigentes e ao Clube e também aos pais e aos próprios adversários.
Seguem-se as fotos:
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Nova vitória ... e a um passo da subida de divisão
Nova vitória do CERTV, por 10-0, agora no campo do Porto Salvo, assegurando no minimo o 2º lugar e podendo ainda vir a ser campeões na última jornada e ainda subir de divisão.
Jogo sem história, domínio do princípio ao fim, houve muitos bons momentos de futebol, com a bola bem no chão. Os golos foram divididos por muitos jogadores o que revela um conjunto forte.
Deixo algumas imagens.









Jogo sem história, domínio do princípio ao fim, houve muitos bons momentos de futebol, com a bola bem no chão. Os golos foram divididos por muitos jogadores o que revela um conjunto forte.
Deixo algumas imagens.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
34 anos depois ....
... com um abraço ao amigo C., obrigado pelos comentários.
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Eu nasci depois ...":
Que "foi bonita a festa, pá!". Fiquei contente, de facto, como a esmagadora maioria do povo português , também ficou.
Por isso, a imagem que melhor define o 25 de Abril, para mim, é a de uma foto, supra, na revista Século Ilustrado, de 4.5.1974, em que se mostra o povo anónimo, em manifestação sem bandeiras ideológicas.
Outra imagem que reflecte o espírito do 25 de Abril, tal como o vivi, é a de um músico e da música de protesto que então apreciava, porque de valor e qualidade inquestionáveis, mesmo pelos padrões actuais.
José Mário Branco, cantor de timbre perfeito, tinha produzido, antes de 25 de Abril, em 1971, um disco de grande qualidade: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
De há 34 anos a esta parte, que mudou, nas vontades?
No dia 25 de Abril, durante a tarde e noite, e dias a seguir, podiam ouvir-se na rádio, algumas músicas que nunca tinham passado nos programas, por causa da censura. O soldadinho, de José Mário Branco, era uma delas. Tal como outras. Sabia bem, apreciar a novidade da liberdade de se poder ouvir cantar livremente.
No dia 25 de Abril, à noite, a tv mostrava os locutores de serviço, sem gravata. Sabia bem, poder ver que o formalismo retórico, não precisava de gravata, porque tinha sido esse o grito dos assistentes ao I Encontro da canção portuguesa, realizado uma semanas antes, no Coliseu de Lisboa: "tira a gravata, pá!", ouvira gritar, Carlos Paredes.
Foi por isso com grande satisfação que foi possível ver, na revista Flama , quinze dias depois, a reunião dos cantores do canto livre, da canção portuguesa.
Entre eles, José Mário Branco, na foto aqui publicada (acompanhado de Francisco Fanhais e outros na foto a seguir, como Zeca Afonso, José Jorge Letria e Adriano Correia de Oliveira) , na mesma revista Flama, de 17.5.1974
Na revista Tabu, hoje publicada com o Sol( foto abaixo), José Mário Branco , dá uma entrevista "de vida", onde reflecte sobre 34 anos de democracia e utopias. Sobre o dia 25 de Abril de 1974, diz assim:
"Pergunta: aquilo foi uma revolução? Ou foi uma descompressão social depois de 48 anos de ditadura? A 24 de Abril de 1974 quantas pessoas estariam dispostas a vir para a rua protestar e exigir a fábrica, a herdade, a democracia? Quantas? Houve uns militares descontentes que por razões completamente corporativas se começaram a juntar e vieram para a rua. A minha discussão muitas vezes com os meus companheiros de luta é esta: "se não for capaz de fazer a revolução dentro de mim próprio, vou ser capaz de a fazer na sociedade? ´"
E o resumo de uma vida, que deixa muito que pensar:
"Tenho 65 anos e ando entalado há 50 entre duas igrejas. Uma que me conta a história de Cristo de uma maneira que não posso aceitar e outra que me conta a história do socialismo de uma maneira que não posso aceitar. Quer isso dizer que tudo o que li e em que acredito está provado que não funciona? Não. O que está provado que não funciona é a distorção de tudo aquilo em que acredito. Os se faz a sério ou não se faz. "
Percebo muito bem este discurso. O da utopia permanente e que redundou em desgraças maiores, quando levada a consequências organizativas, com armas na mão. As FP 25, por cá, são o exemplo.
Será que a mudanças dos tempos, trouxe mudança de vontades?
Tal como John Lennon escreveu: "Dizes que queres fazer uma revolução. Está bem, mas primeiro deixa lá ver os planos..."
Publicada por Anónimo em Placebo a 29 de Abril de 2008 16:31
Tu que pensas e és livre ...
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Eu nasci depois ...":
... Que fazer?
Tu que pensas e és livre, nunca desistas de aprofundar os teus conhecimentos sobre aquele dia de Abril que permitiu que tivesses nascido liberta de grilhetas.
Depois, continua a cantar o Abril da Revolução dos Cravos:
- Enaltece as suas virtudes
- Critica os seus defeitos
e se alguém tentar abafar a tua voz, canta mais alto, ainda, mas jamais deixes de O cantar.
Verás que, cantando Abril, o jardim manter-se-á florido com cravos vermelhos e, ao mesmo tempo, estarás a ensinar às gerações vindouras o que é ser livre e poder ter pensamento!
Um xi-coração e obrigado pela nota de rodapé (M)
Publicada por Anónimo em Placebo a 29 de Abril de 2008 15:28
Foi bonito, pá ...
Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Eu nasci depois ...":
À medida que o tempo passa, a data que se comemora a 25 de Abril vai ficando cada vez mais difusa.Explicar o que se passou começa a ser dificil, pois, com facilidade, se entra no reino do mito e da historieta.
A geração que nasceu depois do 25 de Abril terá dificuldade em percepcionar a importancia da "revolução dos cravos" - desde logo original e única, onde não houve derramamento de sangue e o regime caiu de podre.
O que foi o Salazarismo? Como era o Portugal antes de Abril?
O que era/foi a Guerra Colonial?
Que emigração tinhamos e porquê? Que economia existia, como se vivia a cultura?
Para se explicar a data, tem de se construir um puzzle, um mosaico, um vitral que peça a peça diga: FOI BONITO,PÁ!
Publicada por Anónimo em Placebo a 28 de Abril de 2008 10:58
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